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quarta-feira, 29 de abril de 2020

Vendedores informais em Angola vão poder usar terminal automático para pagamentos


Vendedores informais em Angola vão poder usar terminal automático para pagamentos


Os vendedores do mercado informal em Angola vão poder usar terminais de pagamento automáticos (TPA), de acordo com as novas regras para contas bancárias simplificadas do Banco Nacional de Angola (BNA). O aviso do BNA que estabelece o regime de “contas simplificadas”, que são contas bancárias destinadas a pessoas singulares e residentes que não reuniam todas as condições para a sua abertura, foi publicado na segunda-feira e destina-se a contas para fins pessoais ou comerciais.

 As novas regras dispensam a apresentação do bilhete de identidade, podendo ser apresentado outro documento de identidade e o registo junto da Administração Geral Tributária, sendo as contas para fins comerciais reservadas aos micro empreendedores com atividade no setor informal. Os vendedores do mercado informal que exercem a sua atividade através de um ponto fixo de venda poderão ter acesso à utilização de TPA, devendo ser portadores de um bilhete de identidade e ter autorização do órgão competente da administração local para o exercício da atividade, por exemplo, num mercado municipal.
 
“As vantagens da utilização de um TPA são significativas, oferecendo maior comodidade e segurança tanto aos compradores como aos vendedores, reduzindo os riscos associados à utilização de numerário, nomeadamente as perdas derivadas de extravio, roubo, incêndio ou esquemas fraudulentos, e antes da publicação deste aviso, apenas estavam acessíveis a empreendedores com atividade no mercado formal”, realça o BNA.

Fonte: Lusa

segunda-feira, 18 de março de 2019

Reunião do Presidente


EUA: Bolsonaro tem reuniões com ex-secretário do Tesouro e empresários
Publicado em 18/03/2019 - 05:51
Por Agência Brasil Brasília




















Em Washington (EUA), o presidente Jair Bolsonaro tem reuniões hoje (18) com o ex-secretário do Tesouro norte-americano Henry "Hank" Paulson, participa de cerimônia de assinatura de atos e janta com executivos do Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos. É a primeira viagem internacional com caráter bilateral. Antes, o presidente foi a Davos, na Suíça, para o Forum Econômico Mundial.
Às 15h30, Bolsonaro se reúne com Henry "Hank" Paulson. No final da tarde, participa da cerimônia de assinatura de atos. As atenções estão voltadas para o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas entre o Brasil e os Estados Unidos.
A medida permitirá o uso comercial da Base de Lançamentos Aeroespaciais de Alcântara (MA). Estima-se que, em todo o mundo, exista uma média de 42 lançamentos comerciais de satélites por ano.

Blair House

O presidente da República está hospedado na Blair House, um palácio no qual ficam os convidados do governo norte-americano.  A construção, de meados do século XIX, fica próxima à Casa Branca.
O prédio foi comprado em 1942 pelo governo dos Estados Unidos e tornou-se um complexo formado por quatro casas interligadas, incluindo o edifício original.
Amanhã (19) está previsto o encontro de Bolsonaro com o presidente Donald Trump. Haverá uma declaração à imprensa no Rose Garden. Em seguida, ele irá ao cemitério de Arlington.
Bolsonaro deve chegar a Brasília na quarta-feira (20). Em seguida, no dia 21, irá para o Chile onde participa da Cúpula do Prosur, grupo que se destina a implementar medidas de interesse dos países da América do Sul.
Edição: Renata Giraldi

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Demissões em massa



Volkswagen anuncia corte de 30 mil postos de trabalho
Após ser abalada por escândalo de emissões, montadora alemã pretende reduzir custos em 3,7 bilhões de euros por ano até 2020. Além da Alemanha, empregos serão cortados na América do Norte e no Brasil.








A Volkswagen confirmou nesta sexta-feira (18/11) que pretende cortar cerca de 30 mil postos de trabalho mundo afora até 2025. Assim, a maior montadora da Europa pretende impulsionar seus lucros e investir pesado em carros elétricos e veículos autônomos, deixando no passado o escândalo de manipulação de emissões.

O chamado "Pacto para o futuro", estabelecido após meses de negociações, prevê a eliminação de 23 mil empregos somente na Alemanha. Ao mesmo tempo, investimentos previstos devem resultar na criação de 9 mil empregos no país, o que resulta num saldo de 14 mil postos de trabalho cortados.

O restante dos cortes será feito na América do Norte e no Brasil, informou o jornal especializado alemão Handelsblatt. De acordo com a reportagem, não haverá demissões forçadas, e sim a supressão de cargos decorrente de aposentadorias.

"Este pacto é para a Volkswagen um grande passo adiante, certamente um dos maiores na história da empresa", disse Herbet Diess, diretor de marketing da Volks.
No total, a Volkswagen pretende economizar 3,7 bilhões de euros por ano até 2020. Todas as filiais da montadora devem ser mantidas.

A montadora mergulhou em uma crise no ano passado após admitir instalar um software em cerca de 11 milhões de veículos a diesel pelo mundo, capaz de manipular as emissões dos carros ao passarem por testes regulatórios. A companhia, que emprega mais de 600 mil pessoas no mundo, investiu 18 bilhões de euros para cobrir as consequências do escândalo, mas não escapou de registrar no ano passado suas primeiras perdas em décadas.