segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Café, café!



Mercado de cafeterias da China desfruta de enorme potencial
2018-01-28 16:17:27portuguese.xinhuanet.com












Beijing, 28 jan (Xinhua) -- Embora seja conhecida como um país amante do chá, a China deverá tornar-se em um dos maiores mercados de cafeterias graças ao crescente interesse e poder aquisitivo dos consumidores, segundo um relatório da indústria.

O setor chinês das cafeterias registrou um crescimento de 13% em suas receitas em 2016, atingindo 19 bilhões de yuans (US$ 3bilhões), de acordo com um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa de Indústria Qianzhan.

O mercado atingirá 48 bilhões de yuans por volta de 2023, com uma taxa de crescimento anual de 11-15%, estima o relatório.

Até o final de 2016 havia no país 85 mil cafeterias, enquanto em 2007 havia menos de 16 mil, a maioria das quais pertenciam a cadeias estrangeiras.

A China consumiu 128.200 toneladas de grãos de café em 2016. Com um aumento médio anual de mais de 22% desde 2006, hoje o país é um dos maiores consumidores de café no mundo.

No entanto, seu consumo de café per capita continua muito por detrás do dos Estados Unidos, Europa, Japão e República da Coreia.

O mercado das cafeterias do país tem perspectivas brilhantes, graças ao surgimento de um grupo de consumidores jovens com maiores receitas e interação internacional, assinala o documento.

As cidades da terceira categoria e categoria mais baixa presenciarão uma expansão mais acelerada de cafeteiras em comparação com as cidades grandes, onde fica já a maioria das cafeterias chinesas, segundo o estudo.

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

A China no centro



Iminente visita do premiê chinês impulsionará cooperação com países da ECO e da OCS
2017-11-22 12:47:12portuguese.xinhuanet.com
Beijing, 22 nov (Xinhua) -- A iminente visita do primeiro-ministro da China, Li Keqiang, tem uma grande importância para a cooperação da China com os países da Europa Central e Oriental (ECO) e os países da Organização de Cooperação de Shanghai (OCS), disseram na terça-feira funcionários em Beijing.




Li participará da sexta reunião de chefes de governo da China e dos países da ECO durante sua visita oficial à Hungria de 26 a 29 de novembro, e participará da 16ª reunião do Conselho de Chefes do Governo (primeiros-ministros) da OCS, que terá lugar na cidade russa de Sochi de 30 de novembro a 1º de dezembro.

"A viagem do primeiro-ministro à Hungria é uma importante visita à Europa por um líder chinês depois do 19º Congresso Nacional do Partido Comunista da China (PCC)", comentou o vice-ministro das Relações Exteriores chinês Wang Chao em coletiva de imprensa.

A reunião China-ECO na Hungria concorda com o 5º aniversário do estabelecimento de cooperação da China com países da ECO e terá uma grande importância para expandir a cooperação 16+1 e avançar na parceria estratégica abrangente China-União Europeia (UE), indicou Wang.

Durante sua estadia na Hungria, Li participará da mesa redonda de líderes 16+1 e da cerimônia inaugural do 7º fórum econômico e comercial entre a China e os países da ECO, presenciará a assinatura de acordos de cooperação 16+1 e terá reuniões com outros líderes, explicou Wang.

Os líderes discutirão principalmente assuntos como conectividade, comércio e investimento, finanças, economia ecológica e inovação, assinalou o vice-chanceler chinês.

O comércio bilateral entre a China e os países da ECO subiu a 58,7 bilhões no ano passado, com um aumento de 11% em relação a 2011.

Wang qualificou a Hungria como um importante país na região e disse que a visita oficial do primeiro-ministro chinês à Hungria será a primeira de um líder chinês desde que os dois países elevaram suas relações bilaterais a uma parceria estratégica abrangente em maio deste ano durante a visita do primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban, à China.

Li terá reuniões com Orban e se reunirá com o presidente húngaro, Janos Ader, assim como com o presidente da Assembleia Nacional da Hungria, Laszlo Kover, com quem trocará opiniões sobre as relações bilaterais, a construção do Cinturão e Rota, a cooperação entre a China e os países da ECO, as relações entre a China e a UE e outros importantes assuntos globais e regionais.

Os dois países também assinarão acordos sobre o alinhamento das estratégias de desenvolvimento, economia e comércio, comércio eletrônico, finanças e capacidade industrial, afirmou Wang.

O ministro adjunto do Comércio, Li Chenggang, disse que a cooperação econômica entre a China e a Hungria é a melhor na história. O comércio bilateral chegou a cerca de US$ 9 bilhões em 2016.

Por outro lado, a Hungria absorve o maior valor de investimentos da China na região da ECO, nas áreas de químicos, comunicações, automóveis, logística e finanças.

Em relação à reunião de chefes de governo da OCS, será a primeira de seu tipo desde a expansão dos membros da OCS em junho em Astana, Cazaquistão.

O primeiro-ministro chinês exporá os princípios e políticas da diplomacia de grande país com características chinesas na nova época, e sua importância para os laços entre a China e os países da OCS, disse o ministro adjunto das Relações Exteriores Li Huilai.

A China, que ocupa a primeira presidência rotatória depois da expansão, colaborará com outros países para promover a construção do Cinturão e Rota e atingir um novo consenso sobre o alinhamento das estratégias de desenvolvimento, conectividade, cooperação de capacidade industrial e intercâmbios culturais, detalhou Li.
http://www.newsimg.cn/portuguese/20170502/img/jc-logo.png

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Pedimos chuva!



Comitê fará reuniões semanais para monitorar geração de energia no país
  • 25/10/2017 20h06
  • Brasília
Sabrina Craide - Repórter da Agência Brasil
Por causa do atual cenário de falta de chuvas, o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) vai fazer reuniões semanais para analisar as condições de fornecimento de energia no país. A próxima reunião ordinária do colegiado, que estava marcada para o dia 9 de novembro, será antecipada para o dia 1º de novembro. Atualmente, as reuniões ocorrem uma vez por mês.

A decisão foi tomada na reunião de hoje (25) do CMSE. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) destacou que este é um dos piores anos do histórico e o mês de setembro foi o pior já registrado em termos de energias naturais afluentes nas principais bacias hidrográficas para a geração hidrelétrica. Nas bacias do Subsistema Sudeste/Centro-Oeste, o ano de 2017 está sendo caracterizado como o pior desde 1931, segundo a ONS.


Níveis dos reservartórios das hidrelétricas estão entre os piores já registrados na série históricaDivulgação Chesf

Até ontem (24), o nível dos reservatórios das regiões Sudeste e Centro-Oeste, os mais importantes do país, estavam em 18,57% de sua capacidade máxima. No mesmo período de 2001, quando houve um grande racionamento de energia do país, o índice estava em 21%.

O CMSE destacou que o suprimento eletroenergético do Sistema Interligado Nacional está garantido, mas com previsão de manutenção do elevado custo associado à geração de energia. Segundo o Comitê, o início das chuvas permanece atrasado em relação ao histórico na área de abrangência das bacias de maior relevância para a geração de energia elétrica.

O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico foi criado em 2004 com a função de acompanhar permanentemente a continuidade e a segurança do suprimento eletroenergético em todo o país. Participam do colegiado representantes de órgãos como o Ministério de Minas e Energia, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o ONS, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
Edição: Luana Lourenço